"Eu sei que o tempo
é uma borboleta rara
que voa e nunca pára em minha mão
estranho mundo
tudo nos separa
nada vai parar meu coração"
Zeca Baleiro
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Faz
tempo, talvez uns dois anos, que usei essa
frase numa mensagem de fim de ano.
O que eu lamentei, na época, foi ter pouco tempo
pra
ver as pessoas, em vez de só falar com elas
pelo computador. (Ao menos nos falamos pelo computador...)
O tempo é cantado por muita gente, com várias intenções.
Mas todo mundo, de certa forma, reverencia seu mistério.
Seu poder. Seu caráter incontestável.
(Não, eu não ando nostálgica, embora ultimamente tenha
falado de passado, tempo, essas coisas.
É que fim de ano propicia isso.)
O que eu desejo, de novo, é poder ver mais as pessoas,
ao vivo, inclusive meus "ídolos" (ainda vou achar uma
palavra que substitua essa).
Então, por favor, venham mais a Brasília, mas façam shows
baratos, acessíveis, e em mais de uma apresentação, tá?
Ao contrário do que se fala por aí, na Capital do País
a gente trabalha, e não tem dinheiro sobrando!