Para ouvir:

Sortimento
Difícil afirmar isso, principalmente pra uma fã tão incondicional como eu, mas tenho considerado muito a possibilidade de encarar o Sortimento como o melhor disco da Zélia Duncan. Diria que é um dos discos obrigatórios de quem gosta da "nova" música brasileira.
Saraiva
Americanas.com
Submarino
Som Livre

Para ver:

Clube da Luta
Acho que mesmo que eu adorasse filme de porrada não teria gostado tanto de Clube da Luta. É surpreendente, tudo bem, mas o que me conquistou nele foi a loucura, que eu identifiquei como muito próxima da minha.
Saraiva (VHS)
Saraiva (DVD)
DVD World (DVD)
Submarino (DVD)

Para ler:

Diário Noturno
Sempre gostei de brincadeiras com a nossa Língua. Mas o livro do Gabriel, pra mim, vai além disso: é mesmo um instrumento de trabalho, que eu já aproveitei como exercício de articulação dos sons da fala, e vou usar em questões referentes a leitura e escrita. Recomendo especialmente para os fonoaudiólogos que me visitam.
Submarino
Saraiva
Sodiler
Siciliano
Sábado, Junho 23, 2001

Outro dia, num bar, éramos duas mulheres mineiras mas não muito, já que moramos mais tempo em outros estados que em Minas, e três homens praticamente brasilienses.

Não sei por que surgiu o assunto de Eduardo e Monica, do Legião Urbana, em que o Renato Russo diz que o casal se encontrou no Parque da Cidade, "a Monica de moto e o Eduardo de camelo". (O Marcus está aqui me dizendo que falávamos sobre coisas de Brasília.)

Aí os brasilienses, achando tudo muito natural, disseram que aqui em Brasília camelo é bicicleta. É mole??? Tati e eu ficamos olhando pra eles com cara de besta. Então era só isso que o cara queria dizer? "Você não sabia? Achava que era camelo, mesmo?" (esse era o Marcus se gabando) "Não, não pensava que era camelo. Na verdade, não achava que fosse nada mais do que uma grande viagem do Renato Russo!"

Já tinha passado pela cabeça de alguém aí (não daqui) que camelo pudesse ser só uma simples bicicleta?

E já que tocamos nesse assunto, se alguém souber o que significa a expressão "troco um cheque", que o Cazuza fala em Malandragem (quem fala, mesmo, é a Cássia Eller, já que o Cazuza nunca gravou essa canção, né?), me diz, tá? Agora que eu percebi que nem toda doidice das letras brasileiras é metáfora de Djavan, fiquei a fim de tentar entender o que for possível.


Finalmente, novas sugestões na sessão aí ao lado. Custou, mas saiu. Curtam lentamente, pra que pressa? É bem capaz de essas sugestões ficarem aí por vários meses até eu conseguir atualizar de novo...


Quinta-feira, Junho 14, 2001

Pois é, os Titãs agora estão sem Marcelo Frommer. Foi comovente a "nota" redigida por eles e lida pelo Branco Mello, que se emocionou em vários trechos do texto. (Não tenho vontade de tentar repetir as palavras.)

É isso aí. Até mais.


Terça-feira, Junho 12, 2001

Estou chateada de novo. O Marcelo Frommer, dos Titãs, foi atropelado ontem, parece, e está correndo risco de vida. Que droga!

(Eu sei que isso acontece o tempo todo com todo mundo, e que a gente fica tocado quando é com alguém conhecido. Mas isso não tira minha "razão" de ficar tocada, né?)

Estou, de novo, torcendo pela recuperação dele, embora saiba que tá difícil.

Aliás, ontem li, depois de muito tempo, uma notícia sobre o Herbert Vianna. Ele tem ensaiado e usado a música pra recuperar a linguagem. Ele está com uma afasia, e a música é um recurso bem utilizado por quem trabalha com isso (fonos), porque em geral recorre ao lado direito do cérebro que, no caso de Herbert, é o lado não lesado.
(Essa não é muito a minha praia, mas achei legal ler a notícia e associar o que está acontecendo ao aspecto clínico do quadro.)

Espero muito por essa recuperação porque, como já disse aqui, os Paralamas são a banda brasileira de quem mais gosto. Estou com saudades de canções e discos novos.
Por Vanessa às 08:29 | link | comentários


Eu ouvia o Acústico da Cássia Eller e pensava: "que besteira ela fazer outro disco ao vivo, já tem dois, que são ótimos, e esse não traz nenhuma versão muito brilhante das canções que ela já gravou..."

Mas eu não ligo de revelar meus enganos, não. Ocorreu que assisti por acaso ao programa gravado pela MTv, e aí tudo se esclareceu. Deve mesmo ser delicioso prum cara gravar um Acústico, é meio...
Faltou a palavra, ia dizer algo da natureza do misticismo...
Enfim, no Acústico, fazer o show deve ser muito prazeroso. Então entendi por que o disco vale a pena. E, confesso, passei a ouvi-lo com mais respeito e prazer.

Como fono, eu deveria ficar aflita com a rouquidão da Cássia, mas ela canta de um modo tão especial, e aproveita tão bem sua voz rouca... Não dá pra fazer diagnóstico clínico numa hora dessas. Não dá nem pra diagnosticar a sensação que é ouvi-la.

Hoje eu estou confusa, por isso esse texto meio caótico. Vai assim mesmo...
(Tati, me aguarde.)


Sábado, Junho 09, 2001

Hoje eu estou inspirada, então, vou aproveitar.
Fico muito feliz quando as pessoas me dizem que leram e, melhor ainda, gostaram do que leram aqui no Atalanta.

Sempre respondo às mensagens deixadas no livro de visitas, pros emails pessoais, mas fiquei com vontade de falar algumas coisas publicamente.

Cris, adoro suas sugestões. Acho legal ver que temos gostos em comum e que conhecemos coisas diferentes, então, escreva sempre.
Tereza, fiquei feliz com sua presença. E por saber que, além de já ser bom ouvir Zélia, você ainda lembra de mim!
Ari, que bom que você aderiu ao meio de comunicação mais fácil de eu usar nos últimos tempos. Agora vamos nos falar muito, não?
E, finalmente, Tati, você pode escrever quando quiser, eu adoro seu jeito de falar do que a gente gosta (e do que não gosta). Aguarde surpresas...

É isso aí, venham sempre, que vocês fazem muita falta.


Mais uma vez vou abrir uma exceção na linha de textos do Atalanta. É que estou p... com o que acontece no trânsito em Brasíli (e acho que no Brasil todo).

Outro dia levei duas buzinadas porque estava seguindo as normas de trânsito. Na primeira situação, estava retornando para a pista da direita, depois de ter pegado a esquerda pra uma ultrapassagem. O código é claro quando diz que não se deve transitar à esquerda.

E, na segunda situação, uma louca ficou buzinando atrás de mim porque eu parei na entrada de uma via expressa, EM QUE VINHA UM CARRO EM ALTA VELOCIDADE, e onde havia DUAS placas enormes de parada OBRIGATÓRIA.

É incrível como as coisas são invertidas no Brasil (falo isso porque é o que conheço, e não porque acho que é só aqui): quem segue as leis é que é tido como doido. Como já disse Caetano Veloso: "e quem pára e espera o verde é que é tratado como boçal".



Estou ouvindo a Ana Carolina, o cd novo. Ela é boa, né? Só que eu acho que pecou um pouco quando quis reeditar no segundo disco o "sucesso" do primeiro. Acredito que ela tenha talento suficiente pra não precisar fazer isso.

Interessante é que, quando eu ouvia no rádio a faixa que está na novela, Quem de nós dois, achava um pouco esquisita, meio chatinha, mesmo. E, quando escutei o disco, me deu um certo conforto ouvir algo conhecido.
Só depois é que percebi que o conforto era por ouvir algo familiar que eu de fato já conhecia, ao contrário das demais faixas, que soaram todas como já ouvidas em algum lugar, sabe como é?

Espero que a Ana desfaça esse engano nos próximos trabalhos, porque de fato acho que ela merece mostrar-se uma compositora e cantora realmente inovadora.

Por Vanessa às 10:23 | link | comentários




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